Amazon Fire TV Stick transforma qualquer TV antiga em uma Smart TV de última geração
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Amazon Fire TV Stick transforma qualquer TV antiga em uma Smart TV de última geração

Anderson Rocha
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Anderson Rocha

Redação ClubVip

Sejamos honestos: não existe frustração maior no primeiro mundo do que sentar no sofá, preparar a pipoca e descobrir que a sua Smart TV — comprada há meros cinco anos — decidiu que é idosa demais para rodar o aplicativo da Disney+. O hardware da tela está perfeito, mas o cérebro dela parou no tempo. Antes que você cogite a insanidade financeira de comprar uma televisão nova só por causa de software, a Amazon tem uma solução que é basicamente uma ressuscitação digital por um preço módico: o Fire TV Stick.

A premissa é simples e humilhante para as fabricantes de TV: você pega esse pequeno "pen drive anabolizado", espeta na porta HDMI da sua televisão "burra" (ou desatualizada), conecta no Wi-Fi e voilà. De repente, aquele trambolho na sua sala tem um sistema operacional mais rápido e fluido do que muito computador governamental.

O Portal para a Procrastinação Infinita

Ao plugar o dispositivo, você ganha acesso imediato a uma interface que não trava a cada clique (um milagre, eu sei). Estão lá todos os suspeitos de sempre para drenar seu cartão de crédito e seu tempo livre: Netflix, Prime Video, YouTube, Globoplay, HBO Max e companhia. Tudo isso rodando liso, sem aquela ampulheta de carregamento que faz você questionar suas escolhas de vida.

E para os preguiçosos de plantão — grupo no qual me incluo com orgulho — o destaque é o controle remoto com Alexa. Esqueça a digitação letra por letra naquele teclado virtual infernal usando as setinhas. Agora você simplesmente aperta um botão e grita ordens para a TV como um imperador romano: "Alexa, toca o filme do Shrek". Além disso, o controle já vem com infravermelho para ligar a TV e controlar o volume, eliminando a necessidade de fazer malabarismo com dois controles remotos. É a tecnologia trabalhando a favor do nosso sedentarismo.

📜 A Dinastia do Fogo: Uma Breve Aula de História

Para entender como esse pequeno bastão dominou o mundo, precisamos voltar a 2014. A Amazon lançou o primeiro Fire TV (uma caixinha preta quadrada) percebendo uma lacuna óbvia: as interfaces das Smart TVs eram lixo. Eles pegaram o Android, arrancaram as partes do Google, colocaram uma "skin" focada em vender filmes e criaram o Fire OS. De lá para cá, o hardware encolheu e a potência aumentou, dividindo-se hoje em "castas" para todos os bolsos:

  • Fire TV Stick Lite: O modelo "popular". Roda tudo em Full HD, é rápido, mas o controle remoto é capado (não controla o volume da TV). Ideal para a TV da cozinha ou quarto de hóspedes.
  • Fire TV Stick (Padrão): O "irmão do meio". Igual ao Lite, mas o controle tem botões de volume e power. A diferença de preço é basicamente o custo da sua conveniência.
  • Fire TV Stick 4K / 4K Max: A elite. Feito para quem tem TVs 4K e olhos biônicos que exigem Dolby Vision e HDR. O modelo "Max" é tão potente que roda até jogos pesados e emuladores via sideloading (enquanto a Amazon ainda permite), sendo o favorito dos entusiastas de tecnologia.
  • Fire TV Cube: Um cubo que acha que é um computador, feito para quem quer controlar a casa inteira por voz sem nem tocar no controle.

🥊 Fire TV vs. Samsung (Tizen) & LG (webOS): A Batalha da Obsolescência

Comparar o sistema de uma TV Samsung ou LG com um Fire TV Stick é como comparar o GPS embutido do seu carro com o Waze no celular. O do carro funciona bem quando você sai da concessionária, mas três anos depois ele ainda acha que aquela avenida nova é um matagal.

As fabricantes de TV são mestres em hardware (telas incríveis, cores vibrantes), mas tratam o software como um "mal necessário". Aqui está o porquê de o Fire TV ganhar essa briga de rua:

  • Samsung (Tizen OS): O sistema Tizen é bonito e tem o tal "Gaming Hub" que roda Xbox na nuvem, o que é impressionante. O problema? Ele envelhece mal. Aquela interface fluida do primeiro dia começa a engasgar depois de algumas atualizações (se é que elas chegam). Além disso, a loja de aplicativos da Samsung é um clube exclusivo: se o app não for mega famoso, ele não entra. Quer um player de vídeo específico ou uma VPN? Esqueça.
  • LG (webOS): A LG tem o trunfo do Magic Remote (aquele controle que funciona como mouse), que é genial. Mas o webOS sofre do mesmo mal: é um jardim murado. A seleção de apps é limitada e o sistema, que já foi o mais limpo do mercado, hoje está entupido de anúncios e sugestões inúteis que ocupam metade da tela. E quando a LG lança uma versão nova do webOS? Ela raramente libera para as TVs do ano anterior. Você fica preso no passado.

A Vingança do Fire TV: O Fire TV Stick é um "cérebro externo". Ele roda um Android modificado, o que significa uma biblioteca de apps infinitamente maior (incluindo aqueles que as TVs bloqueiam). O hardware é dedicado apenas a processar o streaming, sem ter que gerenciar a imagem da TV ao mesmo tempo. E o melhor: quando o sistema ficar lento daqui a 4 anos, você troca o Stick de R$ 250,00 e mantém sua TV 4K de R$ 3.000,00. É a vitória da inteligência financeira sobre a obsolescência programada.

Veredito: Se você quer economizar alguns milhares de reais e salvar sua TV do lixo eletrônico, o Fire TV Stick é a melhor "gambiarra oficial" do mercado. É discreto, fácil de instalar e garante que sua única preocupação seja escolher o que assistir — e pagar as faturas dos streamings, claro.

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